A DC Studios acaba de riscar mais um nome da lista do seu plano inicial. De acordo com o jornalista John Rocha, a série “Paraíso Perdido”, que mostraria o passado de Themyscira muito antes do nascimento de Diana Prince, foi oficialmente cancelada.
O projeto fazia parte do anúncio do “Capítulo 1: Deuses e Monstros”, revelado por James Gunn e Peter Safran no começo de 2023, mas nunca chegou a avançar de verdade.
O que era “Paraíso Perdido”?

A proposta chamou atenção logo no anúncio: uma série ambientada na ilha das Amazonas, com clima político intenso e conflitos internos, em um estilo que lembraria Game of Thrones. A ideia era explorar as disputas de poder em Themyscira em um período anterior à Mulher-Maravilha existir.
Apesar do conceito interessante, muitos fãs torceram o nariz para a ideia de uma produção focada na terra natal de Diana sem a própria Diana.
Segundo Rocha, a DC chegou a conversar com roteiristas e receber propostas. Porém, todos foram avisados recentemente de que o projeto não está mais em desenvolvimento ativo, ou seja, foi encerrado de vez, sem chance de voltar para a gaveta criativa.
Não é aquele tipo de projeto que fica em “pausa”. Está realmente finalizado nos bastidores.
A prioridade agora é Diana Prince nos cinemas
Com o cancelamento da série, a DC Studios decidiu concentrar esforços no que muitos fãs já pediam: o retorno da Mulher-Maravilha às telonas.
A roteirista Ana Nogueira foi escolhida para escrever o reboot da heroína dentro do novo DCU. E isso não é pouca coisa.
Ela já escreveu o roteiro de “Supergirl: A Mulher do Amanhã”, estrelado por Milly Alcock (previsto para 2026), e também está envolvida no projeto de “Teen Titans”. O fato de Gunn e Safran confiarem tantos projetos a ela mostra que a roteirista se tornou peça-chave nessa nova fase da DC.
Quando o novo universo foi apresentado, Superman e Batman já tinham reboots garantidos. A ausência da Mulher-Maravilha foi vista por muitos como um erro grave, já que Diana faz parte da Trindade da DC. Agora, essa falha começa a ser corrigida.
O que esperar do novo filme da Mulher-Maravilha?
Ainda não existem muitos detalhes sobre a história. O que se sabe é que o filme seguirá a mesma linha adotada em Superman: nada de recontar a origem da personagem. A ideia é apresentar uma nova fase da heroína, com uma abordagem diferente dos filmes estrelados por Gal Gadot no antigo universo da DC.
Também não há atriz escolhida para o papel até o momento. Alguns nomes circulam entre fãs e imprensa, como Adria Arjona, Monica Barbaro e Melissa Barrera. Gunn já elogiou Arjona publicamente, o que aumentou as especulações. A atriz Frida Gustavsson também demonstrou interesse no papel.
Diretor? Ainda não. Gunn deixou claro que nenhum filme avança antes de ter um roteiro final aprovado. A prioridade é a história.
Um recado claro da DC Studios
O cancelamento de “Paraíso Perdido” manda uma mensagem direta: a DC entendeu que Diana Prince merece ser protagonista, não apenas referência em projetos paralelos.
Criada em 1941 por William Moulton Marston, a Mulher-Maravilha é um dos maiores símbolos de empoderamento da cultura pop. Colocá-la novamente no centro do universo cinematográfico faz todo sentido.
Com Superman já lançado e Supergirl a caminho, o novo filme da amazona pode ser a peça que faltava para consolidar essa nova fase do estúdio.
Enquanto isso, os fãs seguem de olho em cada movimento de Gunn e Safran, que têm a missão de transformar promessas ambiciosas em filmes que realmente conquistem o público em um mercado cada vez mais competitivo de super-heróis.




